segunda-feira, 26 de abril de 2010

Tchau Copacabana!

Voltamos hoje do Rio de Janeiro, depois de passarmos belos dias em Copacabana! Pena que assim que Alícia se familiarizou com aquele marzão de meu Deus, já era hora de voltar para o cerrado! Estamos em casa agora. Lar doooce lar. Mas confesso que estou meio sem jeito de mostrar para Maharani que acabaram os dias cheios de programas atípicos e interessantes do "Riozinho de janeirinho".

Foram 6 dias de longos e exaustivos, porém queridíssimos passeios no carrinho vermelho novo dela. Compras, praias, 'lomo pictures', vista paradisíaca do quarto do hotel e gente, muita gente! Detalhe: Muita gente dando tchau pra Alícia, e ela respondendo..(!!!!!!) Com um gesto perfeito!! Linda descoberta a dela, e motivos de sobra para pobres mães como eu se sensibilizarem a ponto de rolarem lágrimas! Buá! Foi muito fofo, muito emocionante e ma-ra-vi-lho-so. Isso sim é muito mais maravilhoso que qualquer cidade maravilhosa, mas claro que o cenário da orla de Copacabana contribuiu, e muito, para o momento 'Tchau Alícia!!!'. Porém, sinto muito, eu juro, precisávamos voltar para aquela nossa rotina sossegada:  mamar (ou comer), e dormir, e brincar por aqui mesmo, na sala. Afinal de contas, tenho que botar ordem na casa, e como é difícil seguir horários em viagens, Jesus!

Enfim, depois de muita curtição, era hora de dar tchau (sábios teletubies) para Avenida Atlântica, para Copacabana e para Carlos Drummond de Andrade. Então, pegamos o aviãozinho di-reeee-to para Brasília mia! Que saudade do ar seco que nos oxigena por aqui! Já estava até com medo de morrer cozida no bafo!
É só! Tchaaauuu!!!!!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Renovação ♥

A vida é um grande mistério, mesmo. Assim como as relações, os nascimentos e as mortes também são! Sei que existem pessoas e pessoas, e que a maneira como elas lidam com as coisas é completamente diferente uma da outra. Mas posso falar, ao menos, da minha experiência:

Quando peguei o resultado, e li: 'positivo', meu mundo desmoronou e senti um enorme reboliço dentro de mim! O sentimento não era simplemente de alegria ou de tristeza. Senti algo que não sei definir muito bem, e muito menos por em palavras. A única coisa clara e evidente naquela hora, era que a minha vida nunca mais seria a mesma. Ela tinha ganhado uma dimensão infinita e um novo significado! Por mais assustada que eu estivesse com o fato, eu sabia que a vida me fazia um belo convite. Estava feliz e em paz!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Boas vindas!

Quero aproveitar essa ferramenta mega democrática de comunicação, pra dividir e somar informações e experiências importantes da gestação, maternidade, primeira infância e tudo aquilo que eu e Alícia vamos viver nos próximos anos, anos estes cruciais na vida dela! Eu criei o blog ontem, e quero dar as boas vindas aos primeiros visitantes! Beijinhos!

O Choro Performático

Alícia completou 6 meses um dia desses, e é nítida a sua evolução de comunicação por meio do choro! É um choro forte, dramático, quase teatral. Não que seja fictício ou interpretado, mas eu diria que performático, quase falado. Eu nunca vi algo parecido. Durante seus primeiros meses de vida eu atendia imediatamente a qualquer tipo de choro que fosse, e oferecia o peito. Dava super certo. Mas assim que ela foi amadurecendo, percebi que deveria ponderar como proceder em cada situação. Verificar e interagir de forma mais justa com as necessidades dela! Afinal de contas o caminho mais fácil nem sempre é o melhor. E é o que tenho feito. Devagar, com amor e paciência nós vamos administrando essa relação com atenção e organização dos atos e dos sentimentos.

domingo, 11 de abril de 2010

M-a-m-ã-e

Eu sei que é mais provável que ela nem tenha percebido, apesar da aparente certeza de que ela estava consciente, ao pronunciar o código fundamental da relação. Estava reclamando no berço porque seu sono angelical tinha sido interrompido, e derrepente, balbuciando um "mm", "mamaaa"... Saiu: "Mmmmammmãe!!" ;O... Uncradible! Foi realmente um 'mamãe' perfecto, mas quando narrei o fato pra minha mãe, ela respondeu: "Tá doida garota? A menina vai falar mamãe com 6 meses? Tá muito cedo!". E o pior é que eu nem tinha testemunhas! Damm...