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sexta-feira, 27 de julho de 2012

TÁ BEM, TÁ BEM... MAS NÃO SE IRRITE!

É impressionante!!! Por mais adorável que seja uma criança, às vezes ela pode te irritar muito. Tudo o que nós precisamos nessa vida aqui terrena, e nas demais que não estão ao alcançe dos meus olhos físicos é o amor!!! (Sou da turma dos Besouros).

Amar um filho é algo muito fácil, porque é natural, é químico, é espiritual. Mas à medida que essa criança cresce, ela é cada vez menos sua filha, e cada vez mais um indivíduo com um universo único, intangível e intransferível. 

E aí, as confusões mentais que temos, imersos numa vida corrida e cheia de responsabilidades, podem atrapalhar-nos a enxergar com clareza do que se trata uma atitude de amor. E aí você ama, diz que ama... E ama mesmo, mas do seu jeito... E o amor não tem um jeito... Ele é todos e nenhum jeito ao mesmo tempo.

Filosofias a parte, educar uma criança e amá-la como ela merece não é tarefa fácil pra (quase) ninguém. Sejamos honestos. É preciso reconhecer no outro seus direitos, seus deveres, e suas preferências, e sua liberdade de expressar. Isso vale pra qualquer um, quem dirá pro seu filho, seu parceiro da vida. Porque um filho nada mais é que o seu companheiro mais próximo para o resto da vida! Ou pelo menos deveria ser assim.

Ninguém faz um filho e põe ele nesse mundão de meu Deus à toa. Duvido que alguém pense o contrário. Seja lá qual for a crença religiosa ou científica que você tenha, vc não acha que uma gravidez, um parto e um bebê são meros acasos da vida, acha?

Taí uma tarefa difícil, meu povo! Mas a mais recompensadora, e a mais plena que pode existir! Acredite!
Eu tenho algumas considerações a fazer. Lembre-se sempre:

  • Um bebê pode ter mais para lhe ensinar do que vc imagina. São doçuras.
  • Tome muito suco de maracujá, florais de bach e procure se alimentar bem, e dormir bem.
  • Evite gritar.
  • Não bata. (nem um tapinha inofensivo)
  • Não aliene a criança, com julgamentos tendenciosos sobre nada, nem ninguém.
  • Não seja exigente demais, relaxe, confie...
  • Nunca julgue mal uma criança, pois ela está aprendendo. (Ensine, mostre o certo)
  • DÊ O EXEMPLO
  • Se perdoe quando errar, mas procure não cometer o mesmo erro outra vez. Lembre-se que você é  humano, e tente se conectar com a sua consciência mais elevada, para trasmitir muito amor aos que estão a sua volta.








terça-feira, 10 de julho de 2012

MATERNIDADE x VIDA SOCIAL


Ser mãe significa, dentre outras coisas, RENUNCIAR.... Depois que você passa a ter responsabilidades previstas na constituição, fisiológicas e ideológicas, sobre alguém, isso significa que será obrigado, ou praticamente forçado a deixar pra trás desejos e caprichos egóicos, como:
  1. Curtir um cinema com as amigas.
  2. Dar aquela esticadinha depois do trabalho.
  3. Encontrar aquela amiga de infância que mora fora, e está passando uns dias na cidade.
  4. Tomar um champanhe num lugar super cool, com música boa e gente legal.
  5. Ir ao aniversário daquela amiga incrível, cheio de pessoas interessantes.
  6. Assistir um filme e comer pipocas (cof cof) na casa daquele amigo gente fina.
  7. Passar o final de semana na Chapada, acampada na São Bento.
  8. Ou todas as alternativas à cima juntas num só fim de semana.
Ao invés disso, você irá assistir discovery kids, comer frutas, dar banho numa criança linda, limpar o nariz cheio de meleca, passar pomada nos 50 dodóis dela e ler a Branca de Neve pela milésima vez.

É bom que só também, acredite!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

O Choro Performático

Alícia completou 6 meses um dia desses, e é nítida a sua evolução de comunicação por meio do choro! É um choro forte, dramático, quase teatral. Não que seja fictício ou interpretado, mas eu diria que performático, quase falado. Eu nunca vi algo parecido. Durante seus primeiros meses de vida eu atendia imediatamente a qualquer tipo de choro que fosse, e oferecia o peito. Dava super certo. Mas assim que ela foi amadurecendo, percebi que deveria ponderar como proceder em cada situação. Verificar e interagir de forma mais justa com as necessidades dela! Afinal de contas o caminho mais fácil nem sempre é o melhor. E é o que tenho feito. Devagar, com amor e paciência nós vamos administrando essa relação com atenção e organização dos atos e dos sentimentos.